quarta-feira, 24 de março de 2010

Estevão -PRIMEIRO MARTIR DO CRISTIANISMO

O PRIMEIRO DE MUITOS


Estevão – Jerusalém – 34 d.C. A morte de Estevão foi tão importante para o cristianismo que o Espírito Santo fez questão de registrá–la na Bíblia, com todos os detalhes.

Diante de todos os líderes políticos e religiosos da nação, aquele jovem diácono falou com imensa intrepidez sobre como Deus conduziu o povo de Israel, desde Abraão até aqueles dias. Sua ousadia causava inquietação a todos que o ouviam. A medida que falava, a multidão dos líderes judeus ficava ainda mais agitada. De repente, o jovem cristão afirmou: "Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados–, sempre resistem ao Espírito Santo! Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos – vocês, que receberam a Lei por intermédio de anjos, mas não lhe obedeceram." A fúria e o ódio tomaram conta dos ouvintes, de forma que começaram a ranger os dentes como se fossem cachorros prontos para a rinha. Todavia, Estevão fez pouco caso da ira de seus acusadores e, com os olhos fitos no alto, disse: "Vejo os céus abertos e o Filho do Homem em pé, à direita de Deus". Ao ouvir isso, todos taparam os ouvidos, gritaram e, juntos, deixaram seus lugares e se lançaram sobre o moço, arrastando–o para fora da cidade. Tiraram o manto com o qual se cobriam e o colocaram aos pés de outro jovem chamado Saulo, que ficou assistindo, admirado, observando os líderes da nação e seus seguidores atirarem pedras contra Estevão. Ainda de pé, Estevão disse: "Senhor Jesus, recebe o meu espírito". A chuva de pedras aumentou. Ele caiu de joelhos, clamando: "Senhor, não os consideres culpados deste pecado", e morreu. Enquanto os homens pegavam de volta seu manto e iam embora, Saulo se viu sozinho, olhando para o corpo inerte do jovem pregador. Saulo fora a Jerusalém para ajudar a silenciar os seguidores de Jesus, cujo número crescia cada vez mais. Apesar do ódio que sentia pelos fanáticos seguidores do Nazareno, as palavras daquele jovem cristão ecoaram–lhe na mente. Ele não conseguia entender como alguém estaria disposto a morrer por aquela seita mentirosa. A Bíblia sempre retrata Jesus assentado à direita de Deus.

Martires da Biblia

Pessoal vou está falando aqui sobre muitos que morreram por amor de Jesus,e quem puder compre o livro,
LOUCOS POR JESUS,é muito bom!

PAZ E GRAÇA!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Travessia no mar vermelho aconteceu e está provado!

Se alguém duvidava, não duvide mais!
Foram divulgadas as rodas dos carros do Faraó, que se encontram no fundo do mar vermelho. Confiram.
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Rodas e seus eixos encrostados de corais. Foram encontradas rodas de 4, 6 e 8 raios. As rodas de 8 raios só foram fabricadas na 18.a dinastia dos faraós. O rei do Egito usou toda a sua frota de carros (Êx 14.6 e 7) com todos os tipos de rodas existentes

Vejam uma roda de 4 raios, provavelmente de ouro, de um oficial do exército do faraó.




Vejam uma roda de 8 raios, antes e depois de retirado o coral, faltando um raio, mais visível na segunda foto:
Os Hicsos, povo semita que conquistou e dominou parte do Egito durante cerca de um século, introduziram os carros de guerra no país. Foram expulsos pelo faraó Amósis (1540 a 1515 a.C.) alguns séculos antes do Êxodo. Esta mudança levou os hebreus à escravidão.




Foto de um carro egípcio da época. Era da 18a dinastia dos faraós e é notável a semelhança com as rodas encontradas no mar.



Depois de investigar sobre a rota que os israelitas tinham tomado no Êxodo do Egito, Ron Wyatt encontrou que, a descrição bíblica concorda perfeitamente com um barranco profundo chamado Wadi Watir. O livro de Êxodo explica como Deus conduziu os filhos de Israel, “Deus não os guiou pelo caminho dos filisteus, só porque era perto… Deus fez por isso o povo dar volta pelo caminho do ermo do Mar Vermelho”. (Êxodo 13:17,18). Aqui encontramos uma área extensa, aberta do deserto. Então em Êxodo 14:1,2 Deus disse que deram a volta afastando-se do caminho, na qual encontrou Ron e lhe conduziu a um barranco conhecido hoje como Wadi Watir. A Bíblia registra a reação de Faraó quando lhe informaram que haviam desviado do caminho, (Êxodo 14:3), ”Estão vagueando em confusão pelo país. O ermo os encerrou”, Wadi Watir é um barranco profundo largo que concorda com esta descrição perfeitamente.
Tradicionalmente crê-se que a travessia do Mar Vermelho ocorreu no Golfo de Suez. Não obstante, alí não há montanhas. A área é totalmente plana, e não concorda com a descrição bíblica. O Golfo de Suez converteu-se em um lugar muito popular porque tradicionalmente acredita-se que o Monte Sinai está na península do Sinai. Outra vez a Bíblia nos diz algo diferente, (Gálatas 4:25), “O Monte Sinai, na ARÁBIA”. Depois de várias milhas Wadi Watir desemboca em uma área grande de praia, na costa ocidental do Golfo de Aquaba. A única área de praia ao largo do Golfo de Aquaba, devia ter sido suficientemente grande para acomodar aproximadamente a dois milhões de pessoas e a seus rebanhos. Os Israelitas foram prevenidos de viajar ao norte por causa da presença de uma fortaleza militar egípcia. De fato, ao norte onde Wadi Watir desemboca encontramos uma fortaleza antiga, poderia ser este o lugar mencionado na Bíblia como, Migdol, (Éxodo 14:2). Ao sul, as montanhas se extendem para baixo em direção ao mar, prevenindo assim qualquer outro passo a mais. Certamente não podiam voltar e regressar sobre seus passos pois o exército Egípcio os perseguia. Deus os havia levado a uma ponta onde somente Ele podia livra-los, “Não tenhais medo. Mantende-vos firmes e vede a salvação da parte de Jeová, que ele realizará hoje para vós. Pois os egípcios que hoje deveras vedes, nunca mais vereis, não, nunca mais … E Jeová começou a fazer o mar retroceder por meio dum forte vento oriental, durante toda a noite, e a converter o leito do mar em solo seco, e as águas foram partidas. Por fim, os filhos de Israel passaram pelo meio do mar em terra seca, enquanto as águas eram para eles como muralha à sua direita e à sua esquerda.” (Êxodo 14:13, 21, 22).
pilar que o Rei Salomão erigiu no lugar onde cruzaram o Mar Vermelho


Ron encontrou uma coluna derrubada sobre a costa. No lado Saudita encontrou outra exatamente igual com una inscrição en hebraico antigo que diz, “MIZRAIM (Egito), SALOMÃO, EDOM, MORTE, FARAÓ, MOISÉS, YAHWEH.” Ele crê que foram erigidas por Salomão para comemorar A travessia do Mar Vermelho. As inscrições sobre a coluna que foi encontrada derrubada na costa haviam sido erosionadas. As autoridades firmaram-nas dentro de concreto.




Mergulhando no fundo do mar, em 1978, Ron Wyatt e seus dois filhos encontraram e fotografaram numerosas peças de carruagens incrustados de coral. Desde então, várias incursões de mergulho tem revelado mais e mais evidência. Um de seus achados incluiu uma roda de carruagem de oito raios, a qual levou Ron ao diretor de antiguidades Egípcias, o Dr. Nassif Mohammed Hassan. Depois de examina-lo imediatamente disse que pertenceu à décima oitava dinastía, datando o êxodo no ano 1446 A.E.C. Quando lhe preguntaram como sabia, o Dr. Hassan explicou que a roda de oito raios foi utilizada únicamente durante este período, a época de Ramses II e Tutmoses (Moisés). Caixas de carruagens, esqueletos humanos, esqueletos de cavalos, rodas com quatro, seis e oito raios, tudo permanece como um testemunho, como um testemunho silencioso ao milagre da divisão do Mar Vermelho


Diagrama da ponte naturalPossivelmente o mais assombroso de tudo, é a presença de uma ponte natural abaixo da água. Ao largo do Golfo de Aquaba, as profundidades alcançam cerca de 5.000 pés e a costa Egípcia vai descendo a essa profundidade em um declive de cerca de 45 graus. Se os Israelitas tivessem tentado cruzar em qualquer outro lugar ao largo do Golfo de Aquaba teriam que enfrentar uma ladeira muito inclinada de aproximadamente 5.000 pés. Com todos seus animais e carros, a tarefa seria praticamente impossível. Somente aqui, nas margens de Nuweiba, há um ”caminho” descendente em um degrau gradual de 6 graus, a uma profundidade de somente 100 metros. A Bíblia a descreve como, “Aquele que faz um caminho através do próprio mar e uma senda mesmo através de fortes águas.” (Isaías 43:16, 17) A distância de Nuweiba a Arábia Saudita é de cerca de oito milhas. E a largura da ponte natural abaixo da água, estima-se que é de 900 metros



praia facilmente pôde acomodar 2 milhões de pessoasAarón Sen mergulhou em numerosas ocasiões neste lugar, e pôde atestar a veracidade do descobrimento. Em março de 1998, fotografou os restos de uma roda de carruagem de quatro raios, e retirou ossos humanos dos quais há “dúzias” dispersadas no leito do mar. Um osso foi levado ao departamento de Osteologia na Universidade de Estocolmo, para ser analizado, demostrando que se trata de um fêmur direito humano, masculino. Porém não pôde ser datado, evidentemente procede de épocas antigas. A altura do homem se estima que era dentre 1,65 e 1,70cm, e os ossos haviam sido substituídos por minerais. Pequenas quantidades de coral cresceram sobre eles substituindo ao mineral. Aarón viu a ladeira ao sul da ponte natural abaixo da água. Tambem viu um caminho que os israelitas haviam limpado para cruzar o Mar Vermelho, conduzindo desde a margem, descendo dentro do mar. Os israelitas tiveram que apartar as pedras e rochas aos lados para permitir o acesso para seus carros.


OBS:IRMÃOS E TODOS OS QUE OLHAM ESSE BLOG,AINDA TEM GENTE QUE DIZ
QUE A BIBLIA E UM LIVRO DE CONTOS DE FADA.SE ISSO É VERDADE E FOI COMPROVADO,IMAGINEM O APOCALIPSE!

O TEMPO DE SE ACEITAR A JESUS É AGORA,ESTAMOS A PORTA DA GRANDE TRIBULAÇÃO,E COMO SE DIZ NO ULTIMO LIVRO DA BIBLIA,QUEM FOR SANTO SE SANTIFIQUE MAIS E QUEM FOR IMUNDO,FIQUE MAIS IMUNDO COM SEU AMORES E
PAIXÕES PELO MUNDO!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Características geológicas colocam o Ceará entre as áreas brasileiras de maior sismicidade

Falhas induzem terremotos




O Ceará possui duas falhas geológicas ativas, que o colocam dentro da região de maior sismicidade do País, junto com o Rio Grande do Norte. Aqui as duas rachaduras na placa tectônica não têm ligação uma com a outra: uma passa pela Região Norte e outra pelo Vale do Jaguaribe, estendendo-se até o litoral.

As duas áreas também são as mais ativas no Nordeste. Tanto que o tremor de maior magnitude já registrado na Região foi no município cearense de Palhano, em 1980, com 5,2 graus na escala Richter.

Praticamente todo dia as estações sismográficas distribuídas no Estado registram tremores. A maioria é de baixa magnitude e intensidade. Mas é comum, em algumas cidades, as pessoas sentirem os abalos com uma freqüência maior.

Isso acontece porque as falhas produzem movimentos laterais nas zonas deformadas. A explicação é simples: “a natureza está viva”. A justificativa é do professor do curso de Geologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Afonso Rodrigues de Almeida. Segundo ele, o Ceará possui várias falhas geológicas, mas duas têm mais atividade: a de Sobral a Pedro II (Piauí) e a de Icó a Juazeiro do Norte. Uma outra, em Senador Pompeu, também é ativa, mas em menor proporção.

Na Região Norte, a falha geológica passa por vários municípios, como Sobral, Camocim, Acaraú. A outra abrange Aiuaba, Saboeiro, Orós, Iguatu, Icó, Nova Jaguaribara, Limoeiro do Norte, Palhano, Pereiro.

Segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), referência no setor no País, há cidades cearenses que somam milhares de tremores.

Em Palhano, no Vale do Jaguaribe, ao longo de três anos, foram registrados mais de 25 mil abalos. Em 1988, após pequenas atividades sísmicas recorrentes, houve tremor de 4,2 pontos. Já em Hidrolândia, no espaço de um ano, foram contabilizados três mil abalos. Em Chorozinho, em oito anos, foram 30 mil.

Junto com Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, o Ceará faz parte da Província de Borborema, a mais afetada por sismos no Nordeste. O recorde em recorrência foi em João Câmara, no Rio Grande Norte. Em sete anos de monitoramento, foram 50 mil tremores. Em Sobral, em 1989, o número de sismos, em seis meses, chegou a 100 e, neste ano, em menos de dois meses, a 630.

Fortaleza não está perto das falhas, mas não significa que a cidade esteja livre de tremor. Prova disso é que, de tempos em tempos, são registrados sismos na Capital. Sutis, mas são tremores. Em geral, essas ocorrências são reflexo da movimentação da placa tectônica Sul-Americana, cuja falha geológica passa pelo Jaguaribe.

Conforme explica o doutor em Geofísica pela Universidade de Kiel (Alemanha) e professor da UFC, David Lopes de Castro, as falhas catalizam a energia propagada em forma de ondas elásticas e liberada com as movimentações. “Quando essas ondas chegam à superfície, certos lugares tremem. No ar, a onda se propaga a mais de 300 metros por segundo”, detalha.

Como afirma o geofísico, a placa Sul-Americana está sob tensão constante. Entre a Africana e a Sul-Americana, a agitação é de um a três centímetros ao ano; entre a Nazca e a Sul-Americana, são de cinco a dez centímetros. “O Ceará está em constante risco sísmico. Se acontece um sismo em uma região, em 50 a 100 anos acontecerá outro”, diz.

TRAGÉDIA ANUNCIADA?
Escritura em pedra coincide com temor

Quando o Dnocs ainda era Inspetoria de Obras contra as Secas (Iocs), em 1910, já havia estudos para se construir, na Região Jaguaribana, um açude que pudesse represar a água da chuva e distribuí-la pelo Estado, através do Rio Jaguaribe.

Com essa missão, naquele ano foi enviado para o local o engenheiro Roderic Crandall, consultor do então Iocs. Sua estada naquela região ainda hoje é envolta em mistérios. Ele se abrigou em uma caverna onde hoje se encontra a tomada d´água do Castanhão. Passou dias e noites estudando a área, o solo, as rochas, a localização, o curso do rio. O período foi tão intenso que o espaço ficou conhecido como a Caverna do Doutor ou Buraco do Doutor.

Quando estavam sendo feitas escavações para a construção do açude, nessa espécie de gruta, foi achada a pedra cujas inscrições intrigam moradores da região e até quem trabalhou na obra. Como uma mensagem ou profecia, a rocha foi encontrada com inscrição, no mínimo, curiosa: “Região São Salvador/ Caverna do Mistério/ Obra do Fim dos Tempos/ 1893”. Pela data, o engenheiro já teria encontrado a pedra com a inscrição. Portanto, não se sabe quem poliu a mensagem. Mais de um século depois, hoje a pedra se encontra exposta no ‘showroom’ do açude.

A imponência do Castanhão, independentemente dos abalos, surpreende. Costuma-se dizer que, ali, o sertão realmente virou mar. Mas além da água, que não faz a margem do Rio Jaguaribe desaparecer, há mais a se conhecer.

Quatro famílias moram na área residencial do açude, totalizando 20 pessoas. Outros 40 seguranças trabalham dia e noite no Castanhão. São 12 supervisores e 28 vigilantes que atuam em 12 quilômetros de extensão.

Uma média de 40 a 50 pessoas por dia visita o açude. São estudantes de escolas, de universidades, cearenses, turistas. No local, o Portal do Castanhão foi construído para abrigar lojas de prefeituras, mas o espaço está desativado.

O Castanhão possui três diques fusíveis, para o caso de as comportas não suportarem o volume de água da vazão. Se isso acontecer, é previsto que os diques sejam abertos — na verdade, destruídos, porque eles são como barragens menores sem comportas.

A área do açude abriga, ainda, uma vila de pescadores com 50 casas, construídas pela Prefeitura de Alto Santo. Eles moravam em casas sem propriedade na área hoje inundada, inclusive no trecho de 30 quilômetros da BR-116 que foi engolido pelo açude.

PROTAGONISTA
Temores

Joaquim Chaves, 66, mecânico

O medo de que tremores, como os de Sobral, ocorram no Vale do Jaguaribe é constante. A população teme que os sismos, que já acontecem na área, afetem a estrutura do Castanhão e provoquem um acidente

Fonte:Diario do Nordeste.

Tumba de Maria

esse vídeo mostra a tumba de Maria,embora o resto do video seja adventista,más preste atenção no vídeo.