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Mostrando postagens de novembro, 2007

A caminho do Armagedom

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O quarteto formado por Bush, Putin, ONU e União Européia está determinado, através de uma divisão de terra, a trazer “justiça e paz duradoura” a Israel e seus vizinhos, no Oriente Médio. Admitindo que eles sejam sinceros, não agindo apenas em função dos seus próprios interesses, seu estado mental mental deve estar no mesmo patamar dos que deram o Prêmio Nobel da Paz a Yasser Arafat, assassino de massa, mentiroso contumaz e o maior líder terrorista do mundo, o qual tem agido, mais do que qualquer outra pessoa, no sentido de destruir a paz mundial. Como o mundo deve se regozijar pelo fato de que Al Gore (o qual, muitas vezes, como vice-presidente, recebeu calorosamente Arafat na Casa Branca), não tenha se tornado presidente! De fato, Maomé, cuja palavra não pode ser mudada, impôs a cada muçulmano o dever de exterminar os judeus. Só então eles chegarão ao dia final (o clímax do Islamismo). Esse fato torna decididamente impossível a “paz” entre Israel e os muçulmanos. Quaisquer supostos ac...

O Natal é Cristão?

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Devem os cristãos celebrar o Natal? Um bom número de seitas e novas igrejas que professam seguir a Cristo, insistem que o Natal é uma festa pagã o qual todos os verdadeiros cristãos devem afastar-se. Provavelmente a mais notável destas religiões são as Testemunhas de Jeová, que publicam ferroados ataques sobre a celebração do Natal ano após ano. No entanto, estes grupos não estão sós na sua condenação destes feriados religiosos mais populares. Muitos cristãos evangélicos também acreditam que o Natal é uma celebração pagã, vestindo “roupas cristãs”. Enquanto muitos cristãos marcam o Natal como um dia especial para adorar a Cristo e dar graças pela Sua entrada no mundo, eles rejeitam qualquer coisa que tenha a ver com Papai Noel, árvores de Natal, troca de presentes e tal. Existem bases bíblicas para rejeitar tudo ou parte do Natal? Qual deve ser a atitude dos cristãos neste assunto? Essa pergunta que está diante de nós. A resposta dada aqui é de que, enquanto certos elementos da tradiçã...

666 - O Número da Besta

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Uma análise crítica das interpretações “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13.18) As pessoas esperavam o fim do mundo em 1666, que seria a soma do fim dos mil anos (quando então Satanás seria solto conforme Apocalipse 20.3), com o terrível número da besta. Mas para decepção dos prognosticadores de plantão, o fim não veio. Entretanto, para quem pensa que a superstição e especulação em torno do 666 ficaram restritas à Idade Média está muito enganado. Estes algarismos apocalípticos continuam em alta, principalmente nos meios religiosos. E, diga-se de passagem, que não só as seitas protestantes, mas até mesmo católicos, arriscam um palpite cabalístico em cima deste misterioso número, como podemos ver no livro do padre Léo Persch. A interpretação vem de uma tal Vassula, vidente católica, que diz receber visões e orientações de Jesus e Maria a respeito do fim dos...

Como se faz um santo

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Não pense que para galgar o status de santo dentro da igreja católica é tão fácil assim. Não! Para que um fiel possa figurar nos altares das igrejas romanas é preciso percorrer um longo caminho. Esse processo se chama “canonização” e demanda tempo, política e muito dinheiro, conforme veremos. Canonizar é o ato pelo qual a igreja declara em estado de santidade o já falecido fiel católico. Após esta declaração do papa, ele pode ser objeto de adoração ou, como dizem, de veneração dos fiéis. Foi Sisto V quem organizou o sistema moderno de canonização, e o confiou à Congregação dos Ritos, órgão da cúria romana. O primeiro santo canonizado de forma solene foi o bispo de Augsburgo, Ulrich (santo Ulrico), morto em 973 e proclamado santo por João XV, no Concílio de Latrão, em 993. Mas antes do fiel ser canonizado, ele precisa receber a beatificação, a partir do que já é admitido o culto público à sua pessoa, embora com algumas restrições. O processo é o seguinte: a etapa inicial de investigação...

"A Nossa Senhora da Boa Morte"

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"A Nossa Senhora da Boa Morte" A idolatria é abominável! Mas certas Expressões dessa idolatria católica além de abominável são irracionais e obtusas. No México temos uma santa altamente venerada, algo similar com a “Nossa Senhora Aparecida” do Brasil, só que a santa é literalmente uma caveira de mulher. Ela é chamada de “Nossa Senhora da Boa Morte”. Segundo a Enciclopédia Wikpédia* (on-line), em Mexicano, a Santa é exacerbadamente venerada e adorada pelos católicos do México. Parece que a Igreja Católica não aprova a figura ilustrativa da santa adotada pelos mexicanos, mas não o seu culto. O site meta-religion.com traz um artigo que mostra que algumas autoridades são coniventes e até defendem o uso da veneração da “Santa Caveira”. Veja o texto do site: Los creyentes de la Santa Muerte "pueden tener templos, organizarse libremente como una asociación civil, realizar actos de culto público religioso y propagar sus doctrinas", puntualiza el director de Asuntos Religios...

A história do Islã

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O estudo das divisões dinásticas e políticas convencionais do Islã permite retratar como os muçulmanos, ao longo de 14 séculos, conquistaram novos povos e construíram uma civilização e religião internacional. O Islã foi fundado no século VII da era cristã, na Arábia, por Maomé, como uma religião monoteísta que enfatiza a adesão rigorosa a certas práticas religiosas. A religião muçulmana, assentada na escritura sagrada, o Alcorão, converteu-se numa força unificadora de diversos povos, a partir do elemento original árabe. O império que se formou em virtude da expansão muçulmana pelo Oriente e Ocidente não foi apenas árabe, tampouco teve uma tendência religiosa única. Apesar de criadas diversas facções e seitas, o sentimento de coesão do mundo muçulmano não diminuiu. Essa coesão baseou-se no monoteísmo e na prática religiosa, regedora também da vida civil e da justiça, e principal impulsionadora da expansão territorial, da pregação e da guerra santa. Arábia pré-islâmica. A península aráb...

O Natal e os Adventistas

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Natal sim, domingo não. Por quê? Já dizia Palissot: “O fanatismo é para a religião o que a hipocrisia é para a virtude”. Lançando mão desta premissa iremos analisar os pressupostos que levaram os adventistas a adotarem a festividade do Natal, mas renegar o dia do Senhor – o domingo. Serão justos os critérios usado para aferir ambas as festividades? Isto é o que propomos demonstrar no desenrolar deste artigo. É sabido de todos que os Adventistas do Sétimo Dia assim como de resto todos os sabatistas gostam de explorar o assim chamado lado “pagão” do Domingo. Em quase todos os seus livros que tratam do assunto trazem afirmações por demais severas com respeito ao primeiro dia da semana. Por exemplo, Ellen G. White - a profetisa do movimento – disse a respeito do domingo: “...foram os passos por que a festividade pagã alcançou posição de honra no mundo cristão” (O Conflito dos Séculos, pág. 573). Outro autor adventista citando uma autoridade em história diz: “Lemos na North British Review, ...