Blog do vargas Junior

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O TEMPLO DE DEUS EM JERUSALÉM DEVE SER RECONSTRUÍDO

MAIS UM POUCO SOBRE O ASSUNTO....

Está escrito na Bíblia, em Êxodo 25:8-9:

ÊX 25.8 E FARÃO PARA MIM UM SANTUÁRIO, E HABITAREI NO MEIO DELES.

Portanto, vemos que Deus ordenou que os israelitas construíssem um Santuário para Ele.

Este santuário foi construído, sob o comando de Moisés, quando os israelitas estavam caminhando pelo deserto do Sinai, após saírem do Egito (Êxodo, capítulos 36 a 39) .

Este santuário era uma tenda, chamada Tenda da Reunião (em hebraico é Ohel Moed).

Posteriormente, depois que os israelitas entraram na Terra de Canaã, o rei Davi construiu um palácio para si, e depois ele achou que não era certo ele habitar numa casa feita de pedras e madeira, e a arca de Deus habitar em uma tenda, e então Davi se propôs a construir um templo para Deus.

Ele manifestou a Deus esta sua intenção, e Deus aprovou esta idéia, mas disse que quem iria construir o Templo não seria Davi, porque Davi havia derramado muito sangue, pois lutou em muitas guerras, mas sim o filho de Davi, Salomão (2 Samuel 7:1-14).

Então Davi preparou os materiais para a construção do Templo de Deus.

Após a morte de Davi, o seu filho Salomão tornou-se rei, e construiu o Templo de Deus, no Monte Moriá, em Jerusalém.

O lugar onde o Templo foi construído foi escolhido por Deus, era o lugar onde um anjo apareceu para Davi, e Deus ordenou a Davi que levantasse um altar para Ele naquele local (1 Crônicas 21:16-18).

Depois que o Templo foi construído e inaugurado, Deus apareceu a Salomão, e disse que havia santificado aquele templo, para colocar ali o Seu nome para sempre, e disse que os Seus olhos e o Seu coração estarão ali todos os dias (1 Reis 9:3).

Em Deuteronômio, capítulo 12, Deus ordenou que todas as ofertas para Ele, sacrifícios e oferendas, dízimos e primícias, devem ser levados para o lugar que Ele escolhesse para ali colocar o Seu nome, e este lugar é o Templo de Javé, no Monte Moriá, em Jerusalém.

Posteriormente, o povo de Israel pecou gravemente, cultuando também outros deuses, além de Javé, violando o mandamento de Javé, que disse: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3), e por isso Deus castigou o Seu povo, e permitiu que os babilônios derrotassem os judeus na guerra, e eles então destruíram a cidade de Jerusalém, e destruíram o Templo de Deus (2 Reis 25:9 e 2 Crônicas 36:19).

Setenta anos depois, Deus permitiu que os judeus voltassem para a sua terra, e então o Templo de Deus foi reconstruído, no mesmo lugar, sob o comando de Zorobabel (Esdras 3:8-13).

O Templo reconstruído por Zorobabel é chamado o Segundo Templo.

O Templo de Deus é mencionado várias vezes nos Evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos.

Jesus o Nazareno (Yeshua haNetsari) ia sempre ao Templo de Deus, e muitas vezes ensinava ali, e expulsou as pessoas que estavam vendendo mercadorias no interior da área do Templo de Deus (Mateus 21:12-13).

E depois da morte, ressurreição e ascensão de Jesus, os seus apóstolos e discípulos iam sempre ao Templo de Deus (Atos 2:46), e inclusive ofereciam sacrifícios a Deus no Templo (Atos 21:26).

Posteriormente, no ano 70 D.C., o Templo de Deus foi destruído pelos romanos.

Esta destruição do Segundo Templo já havia sido predita por Deus, através do profeta Daniel, em Daniel 9:26, e através de Jesus Cristo (Yeshua haMashiach) (Mateus 24:2).

No entanto, o mandamento de Deus, que está em Êxodo 25:8, de construir um Santuário para Ele, permanece, de modo que os israelitas devem reconstruir o Templo de Deus, no mesmo lugar, que é o lugar que Ele escolheu para ali colocar o Seu nome.

Quando os judeus conseguiram recuperar a posse do Monte Moriah (Monte do Templo), em 1967, eles deveriam ter imediatamente reconstruído o Templo de Deus, e o fato de eles não terem feito isto foi uma falta grave, e portanto os judeus devem reconstruir o Templo de Deus o quanto antes, para reparar esta falta.

Em Daniel 9:27, Deus disse que antes da vinda do Messias, o Seu Templo será reconstruído, e será profanado por um príncipe romano, que é o Anticristo.

Portanto, se queremos que o Mashiach (Messias) venha logo, devemos colaborar para a reconstrução do Santuário de Deus, em Jerusalém.

Existem duas organizações em Israel, que estão agindo para reconstruir o Templo de Deus, em Jerusalém.

Uma delas chama-se The Temple Institute (em hebraico, Mechon haMikdash), e está reconstruindo todos os utensílios do Templo de Deus. Já reconstruíram a Arca de Deus, o candelabro de sete lâmpadas, o altar do incenso, e estão quase acabando de reconstruir todos os utensílios, e as vestes sacerdotais. Estão reconstruindo o peitoral do juízo, que deve ser usado pelo Sumo Sacerdote.

A outra organização chama-se The Temple Mount and Land of Israel Faithful Movement (em hebraico, Tenuat Neemanei Har haBayit veÉrets Yisrael), e está fazendo um movimento de divulgação da causa da reconstrução do Templo de Deus, e está apelando ao Governo de Israel e aos membros da Knésset (Congresso de Israel), para que tomem providências para a reconstrução do Templo.

Você pode colaborar para a reconstrução do Templo, divulgando a causa da reconstrução, e colaborando financeiramente para uma destas duas organizações, ou para ambas.

Os sites destas duas organizações na internet são os seguintes:

www.templeinstitute.org

www.templemountfaithful.org

Alguns rabinos dizem que é proibido aos judeus visitarem o Monte de Templo (Har haBayit) porque o Monte é santo e as pessoas não estão puras.

No entanto, esta opinião não está correta.

O Monte de Templo foi escolhido por Deus para ser o lugar santo, mas atualmente ele está profanado, desde a destruição do Templo no ano 70 d.C., e continuará sendo profano até a construção e consagração do novo Templo (o Terceiro Templo).

Portanto, o Estado de Israel deve construir o Templo e entregá-lo aos cohanim (sacerdotes) para que eles o consagrem, e daí em diante só pessoas purificadas serão terão permissão para entrar no Santuário.

Que Javé (Yahveh) vos abençoe.

João Paulo Fernandes Pontes.

Construção e Reconstrução do templo.

TEMPLO DE JERUSALÉM (Templo de Salomão) -

TEMPLO DE JERUSALÉM (Templo de Salomão)

O Templo de Jerusalém é o nome dado ao primeiro e principal centro de culto religioso do antigo povo de Israel. O Templo de Jerusalém situava-se no Monte Moriá (também chamado Monte do Templo), ao Norte do Monte Sião. Foi o sucessor do Tabernáculo construído pelo profeta Moisés segundo uma revelação Divina.

Templo de Jerusalém é uma espécie de compêndio de saberes misteriosos. Ele encerrava, em sua estrutura, algo mais que finalidades estético-arquitetônicas. Ao longo de sua história, entre destruições e reconstruções, ele foi palco de adorações, iniciações, unções, orações, sermões, julgamentos, sacrifícios e outros rituais religiosos e, até mesmo, cerimônias políticas.

IDÉIA DE CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (Davi).

“Somente os que constroem sobre idéias é que constroem para a Eternidade" (Anônimo).

O Rei Davi, da tribo de Judá, desejava construir uma casa para Javé, onde a Arca da Aliança ficasse definitivamente guardada, ao invés de permanecer na tenda provisória ou tabernáculo, existente desde os dias de Moisés.

Segundo a Bíblia, este desejo foi-lhe negado por Deus em virtude de ter derramado muito sangue em guerras.

No entanto, isso seria permitido ao seu filho Salomão, cujo nome significa "paz". Isto enfatizava a vontade divina de que a Casa de Deus fosse edificada em paz, por um homem pacífico.

Davi comprou a eira de Ornã ou Araúna, um jebuseu, que se localizava monte Moriah ou Moriá, para que ali viesse a ser construído o templo.

A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (Salomão)

O Rei Salomão começou a construir o templo no quarto ano de seu reinado, seguindo o plano arquitetônico transmitido por Davi (seu pai). O trabalho prosseguiu por sete anos. Em troca de trigo, cevada, azeite e vinho, Hiram (Rei de Tiro), forneceu madeira do Líbano e operários especializados em madeira e pedra. Os arquitetos do rei fenício Hiram, encarregaram-se da obra.

O templo tinha uma planta muito similar à tenda ou tabernáculo que anteriormente servia de centro da adoração ao Deus de Israel. A diferença residia nas dimensões internas do Santo e do Santo dos Santos ou Santíssimo, sendo maiores do que as do tabernáculo.

Os materiais aplicados foram essencialmente a pedra e a madeira. Os pisos foram revestidos a madeira de junípero (ou de cipreste segundo algumas traduções da Bíblia) e as paredes interiores eram de cedro entalhado com gravuras de querubins, palmeiras e flores. As paredes e o teto eram inteiramente revestidos de ouro.

Após a construção do magnífico templo, a Arca da Aliança foi depositada no Santo dos Santos, a sala mais reservada do edifício.

Para melhor compreensão da história do Templo de Salomão, podemos acompanhar a seguinte cronologia:

01 - CONSTRUÇÃO DO TEMPLO (de 968 a 960 AC): no seu quarto ano de reinado (968 AC), Salomão inicia a construção do Templo de Jerusalém, no Monte Moriah, no lugar que ocupava a eira de Ornã e Jebuseu, ponto que separava a tribo de Judá e de Benjamim. A construção se prolongou até 960 AC, quando o Templo de Jerusalém foi consagrado.

02 – PRIMEIRO SAQUE E DESTRUIÇÃO DO TEMPLO (de 925 a 586 AC): até 924 o Templo foi conservado e funcionou normalmente. Em 925 AC ele foi saqueado pelo faraó Sheshonq (ou Shishak ou Sesac I). Foi pilhado várias vezes e em 586 AC, o Templo de Jerusalém foi totalmente destruído pelo Rei de Assíria (Nabucodonosor II) da Babilônia, após dois anos de cerco a Jerusalém. Os seus tesouros foram levados para Babilônia e tinha assim início o período que se convencionou chamar de Exílio Babilônico ou Cativeiro em Babilônia na história judaica.

03 – PRIMEIRA RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO (de 536 a 516 AC): em 536 AC, Ciro (Rei dos persas) autoriza a reedificação do Templo. A obra é executada por Zorobabel, príncipe de descendência direta de Davi (2º. ano de retorno do cativeiro). Em 515 AC, no 6º ano do reinado de Dario I (Rei dos persas), foi concluída a reconstrução do Templo, sendo conhecido como 2º. Templo ou Templo de Zorobabel. Tinha menos riquezas para não atrair a cobiça dos povos invasores. A Arca da Aliança já tinha desaparecido. Décadas mais tarde, (516 AC), após o regresso de mais de 40.000 judeus da Catividade Babilônica foi iniciada a construção no mesmo local do Segundo Templo. Em 300 AC, os “Arquitetos de Dionísio” era uma associação de homens de ciência que se distinguiam não somente pelo seu saber como porque eles se reconheciam por toques e sinais.

04 – SEGUNDO SAQUE A PROFANAÇÃO DO TEMPLO (168 AC): Antioco Epifanes IV (Rei da Síria) saqueia e profana o Templo de Jerusalém, manda suspender os sacrifícios quotidianos e oferece carne de porco sobre o Altar e proíbe o culto a Jeová.

05 – SEGUNDA RESTAURAÇÃO E PUFIFICAÇÃO DO TEMPLO (165 AC): Judas Macabeu, judeu ortodoxo, restaura e purifica o Templo de Jerusalém, em defesa do nacionalismo judaico, frente aos costumes helenizantes trazidos da Grécia.

06 – TERCEIRO FECHAMENTO DO TEMPLO (64 AC): Conforme a Lei Julia, aprovada em 90 AC (Roma) são fechados os Collegia por considerar que poderiam ser convencidos a votar em determinado candidato, convertendo em instrumentos de corrupção política.

07 – TERCEIRA RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO (44 AC): Herodes, O Grande (Rei da Galiléia), reconstruiu o Templo, que passou a ser conhecido como o Terceiro Templo ou Templo de Herodes. A construção começou no 18º ano do reinado de Herodes. O edifício principal demorou 1,5 anos e os átrios 8 anos, mas o resto da obra somente terminou no tempo de procurador Albino (62-64 dc).

09 – QUARTA DESTRUIÇÃO DO TEMPLO (70 EC): Destruição do Segundo Templo pelos romanos, no seguimento da Grande Revolta Judaica.

Alguns afirmam que o atual Muro das Lamentações era parte da estrutura do Templo de Salomão, ou pelo menos dos seus pátios.

A Ordem dos Templários nasceu em 1118, na cidade de Jerusalém e adotaram o nome do local onde se estabeleceram (cujo nome completo era Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão), tornou-se, nos séculos seguintes, uma instituição de enorme poder político, militar e econômico (algumas vezes foram também chamados de Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, Ordem do Templo, etc.).

Davi, Salomão, Zorobabel, Jerusalém, Templo... Bem como a construção e a reconstrução do Tempo, após saques, fechamentos, profanações e destruições, são ícones de muito significado simbólico, filosófico e esotérico para a Maçonaria.


COM ISSO SE TORNA PROXIMA,BEM PROXIMA O APARECIMENTO DO ANTI-CRISTO,E A TÃO ESPERADA VOLTA DO REI DOS REIS(JESUS CRISTO)




quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

ESTOU DE VOLTA!!!

Estive um tempo ausente,passando por provas,muiiiiitas provas,mas voltei pra pregar a mensagem
do nosso Senhor e salvador!!

O púlpito está vazio!


O púlpito está vazio! Essa é a minha sensação. Os pregadores que dominam as midias de massa não pregam mais o evangelho. Se desviaram, desceram do verdadeiro púlpito, construíram seus próprios púlpitos, onde pregam suas próprias mensagens e não as de Deus. Guiam o povo para longe do Supremo Pastor, abrem a palavra de Deus para interpretá-la de acordo com seus próprios desejos.

O homem passou a ser o centro no púlpito e por isso, o púlpito ficou vazio.

A maior necessidade do mundo é ouvir a palavra e Deus e compreendê-la, mas "como ouvirão se não há quem pregue?" (Romanos 10.14). Pela graça de Deus os pregadores verdadeiros da palavra, não foram extintos! Eles estão espalhados pelos quatro cantos do globo.

Mas nunca ouve um tempo em que tivemos tantos "pregadores" e tão pouco da palavra de Deus exposta. A mensagem central da Bíblia, a "boa notícia", anunciada pelos anjos e proclamada pelos apóstolos, deu lugar a uma pregação onde Deus tem o dever de abençoar quem procurá-lo, da forma como o líder da organização determinar, com data, hora e lugar marcados.

A pregação do arrependimento para a remissão de pecados foi trocada pela pregação de uma libertação mágica, imediatista, muitas vezes teatral e interesseira.

É preciso corrigir a direção que se tem tomado. Os púlpitos precisam se encher de proclamadores de Cristo, de quem exponha a palavra de Deus, sem interpretações fantasiosas e absurdas, de quem quer formar discípulos e não crentes mimados, de quem quer levar uma mensagem para que ouçam, creiam nela, e isso, independente das circunstâncias ou de uma "bênção financeira" de Deus.

"Portanto, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo." (Romanos 10.17)

sábado, 12 de setembro de 2009

A Resposta de Deus à Depressão (1 Rs 19.1-19)

A depressão pode se desenvolver a partir de insatisfações que crescem nos nossos corações. Aquele sentimento de que tudo o que fizemos não foi ou não é suficiente para satisfazer os outros ou a nós mesmos. Elias cai em depressão, porque todos os seus esforços não foram suficientes para fazer o povo retornar para Deus. O sentimento de fracasso toma o lugar da excitação inicial.Mas a oração e o encontro com Deus são instrumentos eficazes para curar os corações deprimidos. Deus trata com Elias, não o abandona no seu desespero. Ele deve dormir bem, alimentar-se; fazer uma boa caminhada (40 dias!) e receber novas tarefas de Deus. Tudo o que os psicólogos dizem ser bom para ajudar as pessoas a saírem da depressão!DEUS NOS RESPONDE NÃO SOMENTE QUANDO ESTAMOS NA PLENITUDE DA FÉ, MAS TAMBÉM EM MOMENTOS DE EXTREMA DEPRESSÃO ESPIRITUAL (v.1-8). Muitas vezes depois de grandes momentos na nossa fé, caímos em depressão. Elias é como nós e vivencia como as coisas podem mudar literalmente de um dia para o outro. No dia seguinte, Elias pediu a morte para Deus.Irmãos, não são as grandes declarações de fé ou as grandes experiências com Deus que são a base essencial de nossa fé ou nosso relacionamento com ele. O homem e a mulher de Deus não são aqueles que só andam na plenitude, mas são os que aprendem a andar com Deus em toda e qualquer situação (Fp 4.11-14), estando conscientes de que o Deus que sabe e pode todas as coisas tem tempo para curar as suas feridas interiores. Deus deu a Elias 40 dias para viver essa experiência difícil, mas o supriu e o acompanhou durante todos eles.DEUS NÃO NOS RESPONDE SOMENTE POR MEIOS EXTRAORDINÁRIOS, MAS TAMBÉM POR MEIOS MUITO SIMPLES, CAPAZES DE ATÉ NOS SURPREENDER (v.9-14). Deus mostra a Elias que o extraordinário não é o essencial. Deus não estava no TERREMOTO. Deus não estava no FOGO. Deus não estava no VENTO FORTE. Mas Deus estava numa brisa suave, num cicio tranqüilo, e, para alguns, calvinista até! Terremoto, fogo e vento forte são tudo o que a igreja moderna busca como meio de satisfazer o seu anseio pela manifestação poderosa de Deus. Queremos o poder do monte Carmelo, mas Deus nos espera mesmo é numa caverna escura no monte Horebe!Depressão não se cura com agitação, mas com tranqüilidade. Não é a prece poderosa, mas, é a presença de Deus que faz toda diferença. No cicio suave Deus falou poderosamente ao coração e aos ouvidos de Elias. Deus nos surpreende constantemente, a fim de não nos esquecermos que a fé nele não implica necessariamente numa vida sem obstáculos e dificuldades. A vitória está muito mais na perseverança obediente do que no “show da fé” (2 Co 12.7-10).A RESPOSTA DE DEUS VISA NÃO SOMENTE SATISFAZER NOSSAS NECESSIDADES, MAS ATÉ MESMO ANTES DISSO, DAR-NOS NOVAS TAREFAS PARA OCUPARMOS NOSSA MENTE (v.15-18). Primeiro Deus dá novas tarefas a Elias. Ungir Hazael, rei da Síria; Jeú, rei de Israel e Eliseu, seu substituto. Por fim Deus cura a sua depressão. Sete mil joelhos que não se dobraram a Baal. O consolo que Elias esperava foi dito por último: Deus havia preservado mais pessoas da idolatria do que ele tinha imaginado. Elias não estava sozinho, assim como nós também não estamos. Nossos fracassos pessoais encontram consolo e resposta nos encontros que Deus tem conosco e que nós temos com Ele!Conclusão:1. Saiba que O QUE DÁ SENTIDO À SUA VIDA não é o que você espera de você mesmo e de Deus, mas é o que Deus espera de você! Portanto, erga os olhos e olhe para frente onde Deus está para te conduzir; não olhe para baixo, não olhe para trás! REAJA! Há esperança de mudança em Deus!2. Saiba que os projetos de Deus ainda continuam e que Deus QUER a sua participação neles! A OBRA DE DEUS NÃO PARA PORQUE VOCÊ PAROU. Se Deus te chamou para caminhar com ele, ele caminhará com você. Por isso, não desista. PERSEVERE!3. Saiba que A DEPRESSÃO PASSA, e que Deus substituirá lágrimas por alegria, pois “quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes (Sl126.6).(Resumo da exposição bíblica do culto da Escola Dominical, na C. P. Balneário, em 25/09/2005).

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Espírito Santo no Propósito de Deus

O Espírito Santo possui todas as características de uma pessoa e é um dos membros da divindade. Mal se começa a ler a Bíblia e já se percebe que o Espírito está associado com Deus e é um ser poderoso. O Pai, o Filho e o Espírito Santo desempenharam, cada um, um papel na criação (Gênesis 1:1-2; João 1:1-3; Colossenses 1:16).Uma das funções principais do Espírito Santo no projeto divino de redenção é a obra de revelar e confirmar a mensagem de Deus ao homem. Sem a obra do Espírito, não seria possível que o homem se salvasse. O que o homem pode aprender com Deus na criação material é importante, mas é muito limitado; jamais alguém poderia saber a vontade de Deus apenas observando a criação (Romanos 1:18-20). No restante deste artigo resumiremos a obra do Espírito Santo na revelação e na confirmação da Palavra de Deus ao homem.O Espírito Santo e o Antigo TestamentoPedro informa-nos que a mensagem dos profetas do Antigo Testamento não teve origem nos próprios homens. Os homens, segundo ele, foram "movidos pelo Espírito Santo" para falar (2 Pedro 1:20-21). Os profetas do Antigo Testamento foram movidos, orientados ou levados pelo Espírito Santo para dizerem exatamente o que Deus queria que dissessem e no exato momento que ele desejava. Vários textos no Antigo Testamento declaram que o Espírito Santo participou ativamente na revelação da vontade de Deus naquela época. Davi disse: "O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua" (2 Samuel 23:2). Após retornarem do exílio babilônico, os levitas recontaram em oração as bênçãos que o Senhor tinha dado a Israel. Eles diziam: "E lhes concedeste o teu bom Espírito para os ensinar . . . e testemunhaste contra eles pelo teu Espírito por intermédio dos teus profetas" (Neemias 9:20, 30). O profeta Zacarias disse que as pessoas "fizeram o seu coração duro como diamante, para que não ouvissem a lei, nem as palavras que o Senhor dos Exércitos enviara pelo seu Espírito, mediante os profetas que nos precederam" (Zacarias 7:12). Observe que Deus enviou as suas palavras por seu Espírito por meio dos profetas.O Espírito Santo e o Novo TestamentoNa noite anterior à crucificação, Jesus informou os apóstolos que retornaria ao céu e pediria ao Pai que lhes enviasse o Espírito Santo para servir-lhes de guia (João 14-16). Ele disse: "O Espírito da verdade . . . vos guiará a toda a verdade" (João 16:13). Será que essa promessa foi cumprida? Os escritores do Novo Testamento afirmaram reiteradas vezes que sim.Paulo disse que o mistério "em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito". Ele afirma ter escrito o que foi revelado e podia ser entendido pelos santos (Efésios 3:3-5). Paulo disse que os dominadores deste século não entendiam a sabedoria de Deus. Aliás, segundo ele, as coisas que Deus preparou para o homem nem mesmo tinham entrado no coração do homem. Ele disse que "Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as cousas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus" (1 Coríntios 2:10). Paulo ressaltava que as palavras que ele proferia eram "ensinadas pelo Espírito" (1 Coríntios 2:13).Esses versículos deixam claro que o Espírito Santo havia então revelado a vontade de Deus ao homem. Outras referências mostram que a revelação está completa. Leia 2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:3-4; Judas 3.O Espírito Santo Confirmou a PalavraA palavra falada pelos apóstolos foi confirmada por sinais, maravilhas, milagres e dons espirituais. Imediatamente antes de Jesus subir ao céu, ele deixou a grande comissão aos apóstolos (Marcos 16:15-16). O evangelho tinha de ser pregado para que o homem pudesse crer, ser batizado e ser salvo. Jesus disse: "Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma cousa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados" (Marcos 16:17-18). O objetivo desses sinais é explicado no versículo 20. À medida que os apóstolos saíam a pregar, o Senhor cooperou com eles, "confirmando a palavra por meio de sinais que se seguiam".O Espírito Santo não apenas guiava os apóstolos para toda a verdade, mas confirmava a palavra que proferiam por meio dos milagres. Esses milagres limitaram-se ao período apostólico. Quando a revelação da vontade de Deus se completou e a palavra foi escrita (logo antes de 70 d.C.), a palavra já tinha sido confirmada (Hebreus 2:3-4). Cada sinal ou milagre que é necessário já foi escrito (João 20:30-31). A palavra está completa e não há necessidade de haver sinais miraculosos hoje.ConclusãoO Espírito Santo esquadrinhou a mente de Deus e revelou por meio dos apóstolos e dos profetas tudo o que precisávamos saber sobre o maravilhoso projeto de redenção de Deus. Por meio do que foi revelado, podemos ser salvos tanto agora quanto para sempre.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Socorro nas Tribulações

“Os dias em que vivemos são maus...” (Ef 5.15-17)
Como é real e aplicável aos dias atuais esta declaração do Senhor! Refletindo sobre a vida, não foi difícil encontrar subsídios que materializam esta triste verdade. O povo do Senhor não está isento dos muitos problemas que assolam a população brasileira. É a condição financeira que entra em colapso, impossibilitando honrar os compromissos; o emprego que não existe; a violência; assaltos; filhos problemáticos e rebeldes; casamento que não funciona; drogas; sexo; inimizades dentre outros que compõe uma longa lista.As conseqüências são as mais diversas possíveis, a começar pela fé que abalada, escancara a porta principal da vida para o desespero, perde-se por completo a visão da soberania de Deus; transformados em homens comuns, são despidos da esperança, vazios, desafeiçoados, irritados, ranzinzas, maldizentes, faltos de amor, cegos; carnais... Derrotados!
“Os dias em que vivemos são maus...”
Mas, será que esta situação desastrosa justifica a aparente derrota? É evidente que não! Afinal o Senhor chamou homens fortes para compor um exército de vencedores que andam sobre as dificuldades, no entanto, não se deixam tomar por elas (Is 40.31); estrangeiros de passagem por uma terra na qual são odiados e perseguidos pelo rei das trevas (Mt 24.9; 1Pe 2.11).
O que esperar de bom então em dias maus? A misericórdia do Senhor! Os filhos de Deus foram provados de muitas formas, mas, firmes ficaram e foram aprovados. “...Outros foram torturados até a morte; eles recusaram ser postos em liberdade a fim de ressuscitar para uma vida melhor. Alguns foram insultados e surrados; e outros, acorrentados e jogados na cadeia. Outros foram mortos a pedradas; outros, serrados pelo meio; e outros, mortos à espada. Andaram de um lado para outro vestidos de peles de ovelhas e de cabras; eram pobres, perseguidos e maltratados. Andaram como refugiados pelos desertos e montes, vivendo em cavernas e em buracos na terra. O mundo não era digno deles!”. (Hb 11.35-38)
O Pai Eterno preparou este exército para enfrentar situações extremamente adversas, devem bravamente resistir, afinal, foram capacitados e enchidos com o Espírito Santo. O entregar-se aos problemas é sinônimo de fraqueza e derrota. A situação está difícil? Persevere na fé! Lembre-se: o Senhor criador dos céus e terra sabe das tuas dificuldades e promete o amparo.“Portanto, não fiquem aflitos, procurando sempre o que comer ou o que beber... O Pai de vocês sabe que vocês precisam de tudo isso... Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus, e Deus lhes dará todas essas coisas”. (Lc 12.29-31)
“Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão”.(Sl 37:25)
“E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito”.( 1 Jo 5:15)
Está fraco? Sem forças? Abatido? Não negue ao Senhor! É tempo de levantar a cabeça e andar; Paulo afirmou:
“Porque, quando perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim”. (2Co 12.10)
Lembre-se que além do visível está um Deus todo poderoso que o ama de uma forma tão complexa que homem algum poderá explicar. Você é alvo deste amor. Medite nestas declarações:
“Nós amamos porque ele nos amou primeiro”. (1Jo 4:19)
“Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentarmos diante dele sem culpa. Por causa do seu amor por nós”. (Ef 1:4)
Porquê alguns sucumbe? Provavelmente, edificaram suas casas sobre a areia! Sem o devido alicerce da comunhão verdadeira com Deus. É a vida cristã aparente; desprovida do Espírito e da genuína filiação. Estes, mesmo apresentando-se como pessoas dinâmicas no Reino, são desconhecidos pelo Pai Eterno. Quando os problemas vêm como um forte vento, logo são abatidos e derrotados.
Os filhos genuínos do Senhor são fortes, inabaláveis, preparados para vencerem as maiores dificuldades que possam sobrevir à vida. Estes não negam a sua filiação e a exemplo de Cristo Jesus, vão até às últimas conseqüências, esperando no amparo incontestável do Pai Celeste.
Mas, como ser assim, semelhante a Cristo?O principio é amar a Deus e buscá-lo em primeiro lugar.
“...amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força...” (Mc 12.33)
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça...” (Mt 6:33)
Quando o principio de fé é observado, são feitos em novas criaturas (1Co 5.17) que comungam os mesmos pensamentos e objetivos do Senhor Jesus (Rm 12.2; 1Co 2.16). O agir é direcionado pelo Espírito de Deus, dificilmente, decisões são tomadas segundo a carne (empolgação, desejos, orgulho, vaidade, ostentação, etc.). E, quando envolvidos pelas nuvens das muitas dificuldades, são consolados e fortalecidos pelo Santo Espírito que habita em no ser e faz os corações transbordarem de esperança.
Em meio às muitas provações é tempo oportuno para estreitar a comunhão com o Pai Celeste e servir-se da Sua grande misericórdia. Confie, Ele estenderá as mãos em socorro! Esta aproximação consegue-se quando nos jogamos por terra, humilhando-nos diante do Soberano e clamando pela Sua misericórdia. Abraçando esta decisão, tenho convicção do mover de Deus sobre tua vida e verás que é amado pelo Pai, escolhido desde os tempos eternos para ser servo. Clame pela restauração de tua comunhão e comprometa-se em viver uma vida digna do Espírito de Deus, ou seja: santa e pura; que tem o seu prazer em meditar na Palavra e na oração perseverante; aprenda a sacrificar com agradáveis jejuns.
Há uma possibilidade dos problemas não desaparecerem, mas, mesmo em meio às grandes crises, terás a paz que apenas ao agraciados do Senhor possuem. E uma convicção que o Todo Poderoso estará movendo a teu favor.
“Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro”. (Salmos 40:1) Amém!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Pode-se confiar na Bíblia em questões de Ciência e de História?





Alguns têm sugerido que as Escrituras sempre podem ser confiáveis em questões de ordem moral, mas que nem sempre são corretas em questões históricas. Eles confiam na Bíblia no campo espiritual, mas não na esfera da ciência. Se isso fosse verdade, entretanto, negaria a autoridade divina da Bíblia, já que o espiritual, o histórico e o científico então freqüentemente Interligados.Um cuidadoso exame das Escrituras revela-nos que as verdades científicas (fatuais) e as espirituais são muitas vezes inseparáveis. Por exemplo, não se pode separar a verdade espiritual da ressurreição de Cristo do fato de que o seu corpo deixou para sempre vazio o seu túmulo e que depois ele apareceu fisicamente (Mt 28:6; 1 Co 15:13-19).Da mesma forma, se Jesus não tivesse nascido de uma mulher biologicamente virgem, então ele não seria diferente do resto da humanidade, sobre quem recai o estigma do pecado de Adão (Rm 5:12). Também a morte de Cristo por nossos pecados não pode ser separada do fato de que ele derramou literalmente o seu sangue na cruz, pois "sem derramamento de sangue, não há remissão" (Hb 9:22).A existência e a queda de Adão tampouco podem ser um mito. Se não tivesse havido literalmente um Adão, e se não tivesse havido de fato a queda, então o ensino espiritual quanto ao pecado herdado e quanto à morte física, dele decorrente, estaria errado (Rm 5:12). A realidade histórica e a doutrina teológica juntas permanecem ou juntas caem por terra.Além disso, a doutrina da encarnação é inseparável da verdade histórica de Jesus de Nazaré (Jo 1:1,14). E ainda, o ensino de caráter moral de Jesus quanto ao casamento baseou-se no que ele ensinou quando disse que Deus juntou literalmente um Adão e uma Eva em matrimônio (Mt 19:4-5). Em cada um destes casos, o ensino moral e o teológico perdem totalmente o sentido se desconsiderado o evento histórico e fatual. Negando-se que aquele evento ocorreu literalmente no tempo e no espaço, fica-se então sem uma base para crer na doutrina bíblica construída sobre ele.Com freqüência, Jesus comparou eventos do AT diretamente com importantes verdades espirituais. Por exemplo, ele relacionou sua morte e ressurreição com Jonas e o grande peixe (Mt 12:40). Da mesma forma, sua segunda vinda foi comparada com os dias de Noé (Mt 24:37-39). Tanto as circunstâncias como as características de tais comparações deixam claro que Jesus estava afirmando que aqueles eventos foram fatos históricos, que realmente aconteceram. De fato, Jesus afirmou a Nicodemos: "Se tratando de coisas terrenas não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais?" (Jo 3:12). Em resumo, se a Bíblia não falasse com verdade a respeito do mundo físico, então ela não poderia ser digna de confiança ao referir-se ao mundo espiritual. Os dois mundos acham-se intimamente relacionados.A inspiração inclui não apenas tudo o que a Bíblia explicitamente ensina, mas inclui também tudo a que ela se refere. Isso é verdade quando a Bíblia se reporta à história, à ciência ou à matemática. Tudo o que a Bíblia declara é verdadeiro - podendo der tanto um ponto de maior como também de menor importância. A Bíblia é a Palavra de Deus, e Ele não se desvia da verdade em nenhum momento. Todas as partes das Escrituras são verdadeiras, assim como o todo que elas formam.Fonte:MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia - Autor: Norman Geisler - Thomas Howe

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

"Igreja Evangélica" faz casamento Gay em Ribeirão Preto

Alex Correia, 26, e Pedro Cardoso, 19, foram o primeiro casal gay a se casar em uma igreja na cidade de Ribeirão Preto. Os meninos namoram há dois, agora eles resolveram trocar alianças em cerimônia realizada no último sábado (24/01).
Em entrevista ao jornal local A Cidade, Alex revelou que primeiramente eles realizaram a cerimônia evangélica, para posteriormente irem à cidade de São Paulo para assinar contrato de união homoafetiva. Atualmente, o casal mora na capital. Apesar da constituição brasileira não reconhecer uniões entre pessoas do mesmo sexo, é possível firmar contrato e estabelecer a partilha de bens em caso de uma separação.
Fazendo a linha politizado, o rapaz diz que os gays de Ribeirão Preto não devem ficar restritos às baladas. "Em um dia, eles estão na parada gay e se dizem orgulhosos de serem gays. Mas apenas isso não basta. Temos direitos e devemos ir à busca deles", aconselha Alex. Após a união, o casal pretende voltar a morar em Ribeirão Preto e abrir um salão de cabeleireiros.
A união religiosa aconteceu na Igreja Para Todos, que é de cunho inclusivo, realiza união entre homossexuais e existe há nove anos. Para Alex e Pedro, a "benção de Deus é importante".
A Bíblia condena a união Homossexual
O apóstolo Paulo faz uma leitura diferente e reprova essa prática abominável aos olhos de Deus, em 1 Coríntios 6.9 a 11:
“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
A Igreja Evangélica tem uma postura bem firme quanto à questão da homossexualidade - É TOTALMENTE CONTRÁRIA. Apesar de lançar mão de argumentos psicológicos, científicos, sociológicos e éticos, é da Bíblia Sagrada que retira o substrato para nortear sua compreensão teológica e suas ações práticas.
A suposta Igreja Evangélica citada nessa reportagem é um embuste, pois nenhuma igreja evangélica verdadediramente bíblica faria um casamento gay - Casamento classificado de abominação por Deus.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

De onde vem as 72 virgens do islam?

Supondo que a religião islâmica realmente assegure 72 virgens aos que morrem em nome de Alah. Será que esta graça está reservada aos mártires ou é estendida a todos os fiéis que adentram o paraíso? E de onde vêm 72 mulheres virgens para cada homem do reino dos céus? São as almas das mulheres que morreram imaculadas que vão ao céu servir os mártires? Se não, o que reserva o céu às mulheres mártires? Maridos perfeitos que nunca se esquecem de abaixar a tampa da privada? Pensando em todas estas questões decidi pesquisar um pouco mais sobre o paraíso islâmico.Comecei pelo Alcorão. O livro máximo da religião islâmica não deixa dúvidas de que o paraíso islâmico é um lugar bastante sensual, mas nada é dito sobre a quantidade de virgens que aguarda os eleitos.“E se deitarão sobre leitos incrustados com pedras preciosas, frente a frente, onde lhes servirão jovens de frescores imortais com taças e jarras cheias de vinho que não lhes provocará dores de cabeça nem intoxicação, e frutas de sua predileção, e carne das aves que desejarem. E deles serão as huris [virgens] de olhos escuros, castas como pérolas bem guardadas, em recompensa por tudo quanto houverem feito. (…) Sabei que criamos as huris para eles, e as fizemos virgens, companheiras amorosas para os justos.”Alcorão, surata 56, versículos 12-40.São inúmeras as passagens como esta que mencionam a existência no paraíso de jóias, criados jovens e cheirosos, vinho (uma extravagância, já que o islã proíbe consumir bebidas alcoólicas em vida, cf. surata 2.119; 5.90), rios de leite, rios de mel, rios de água (que costuma ser coisa preciosa nos países muçulmanos), frutas abundantes e moçoilas virgens para fazer “companhia” aos justos… Comparado ao paraíso cristão, com seus anjos assexuados entoando cânticos, o céu islâmico parece o Club Med dos paraísos.Só que diferentemente da Bíblia, que é a única fonte autenticada pela Igreja das palavras de Deus, na religião islâmica o Alcorão é complementado pelas sunas, uma coletânea de histórias sobre tudo o que supostamente disse ou fez o profeta Maomé durante sua vida, que circularam no boca a boca por mais de um século até serem redigidas em sua forma atual. É aí, nessa barafunda de textos, às vezes antagônicos, que vamos encontrar mais detalhes sobre o paraíso islâmico, incluindo o número de virgens com que os eleitos são agraciados:“A menor recompensa para aqueles que se encontram no paraíso é um átrio com 80.000 servos e 72 esposas, sobre o qual repousa um domo decorado com pérolas, aquamarinas e rubis, tão largo quanto a distância entre Al-Jabiyyah (hoje na cidade de Damasco) e Sana’a (hoje o Iemem)”Hadith 2687 (Livro de Sunan, volume IV).Se esta é a menor recompensa que aguarda os felizardos no paraíso, então é certo que os servos e as virgens não foram parar lá por mérito. Quem sabe fossem candidatos ao inferno (não dizem que “é melhor reinar no inferno que servir no paraíso”?). No caso das virgens isto faria todo o sentido, já que a rotina delas no céu não é moleza; sobre isso escreveu Al-Suyuti, um renomado comentador do Alcorão e estudioso dos hadith, no século XV:“Cada vez que se dorme com uma huri descobre-se que ela continua virgem. Além disso o pênis dos eleitos nunca amolece. A ereção é eterna. A sensação que se sente cada vez que se faz amor é mais do que deliciosa e se você a experimentasse neste mundo você desmaiaria. Cada escolhido se casa com setenta huris, além das mulheres com que se casou na terra, e todas têm sexos apetitosos.”Para as virgens o paraíso islâmico é mais ou menos como uma versão pornô do mito de Prometheus (aquele do titã que tinha seu fígado devorado todos os dias por uma águia), só que é o hímen das jovens donzelas, e não o fígado do titã, que se regenera perpetuamente.Se você tem uma ereção permanente e o resto da eternidade nas mãos algumas dezenas de virgens não devem bastar, por isso o paraíso islâmico conta ainda com um local que, cá embaixo seria chamado de “bordel”, mas que no paraíso islâmico chamam de “mercado”. Segundo os hadith, Maomé teria dito:“Existe no paraíso um mercado onde não há compra ou venda, mas homens e mulheres. Quando um homem deseja uma mulher ele vai até lá e tem relações sexuais com ela.” Al Hadith, Vol. 4, p. 172, No. 34Um livro publicado recentemente na Alemanha e muito bem recebido pela comunidade científica, “Die Syro-Aramaische Lesart des Koran” (”Uma Leitura Sírio-Aramaica do Alcorão”), do professor de línguas antigas Christoph Luxenberg, defende a tese de que muita coisa faria mais sentido nos textos sagrados se os tradutores levassem em conta que o Alcorão não foi escrito apenas em árabe, mas num mix de antigos dialetos aramaicos. Por exemplo, a palavra “hur”, que em árabe quer dizer “virgem”, em sírio significa “branca”. Assim, segundo Luxenberg, as “castas huris de olhos castanhos” descritas no Alcorão seriam na verdade “uvas brancas secas” de “clareza cristalina”, uma iguaria bastante apreciada naquela época. Dá para imaginar a decepção dos mártires? Deve ser como comprar uma passagem para um cruzeiro de solteiros e ao embarcar descobrir que não vai ter mulher…No final o problema das virgens vai ser resolvido com a troca de uma única palavrinha. Nenhum candidato a homem-bomba vai ficar mesmo muito entusiasmado em abandonar esta vida quando souber que sua recompensa por morrer abraçado em dinamite será um suprimento vitalício de passas.Adaptado pelo prof. João Flávio Martinez de:dragaodagaragem.blogspot.com