sexta-feira, 30 de novembro de 2007

A caminho do Armagedom



O quarteto formado por Bush, Putin, ONU e União Européia está determinado, através de uma divisão de terra, a trazer “justiça e paz duradoura” a Israel e seus vizinhos, no Oriente Médio. Admitindo que eles sejam sinceros, não agindo apenas em função dos seus próprios interesses, seu estado mental mental deve estar no mesmo patamar dos que deram o Prêmio Nobel da Paz a Yasser Arafat, assassino de massa, mentiroso contumaz e o maior líder terrorista do mundo, o qual tem agido, mais do que qualquer outra pessoa, no sentido de destruir a paz mundial.
Como o mundo deve se regozijar pelo fato de que Al Gore (o qual, muitas vezes, como vice-presidente, recebeu calorosamente Arafat na Casa Branca), não tenha se tornado presidente!
De fato, Maomé, cuja palavra não pode ser mudada, impôs a cada muçulmano o dever de exterminar os judeus. Só então eles chegarão ao dia final (o clímax do Islamismo). Esse fato torna decididamente impossível a “paz” entre Israel e os muçulmanos. Quaisquer supostos acordos de paz assinados pelos líderes muçulmanos não valem sequer a tinta com que são assinados. Nos dez anos que antecederam a assinatura dos Acordos de Oslo, 211 israelitas foram mortos pelos terroristas. Nos dez anos seguintes, cerca de 1.200 foram mortos, além de 5.000 feridos.
Nenhuma política árabe/muçulmana ou líder religioso pode contradizer o profeta fundador do Islamismo. Então, continuar a busca de uma “paz” negociada no Oriente Médio é o máximo da tolice! Mesmo assim, a política ocidental e os líderes religiosos continuam a manter essa vã esperança ao forçar concessões contra Israel, no sentido de pavimentar a estrada rumo à destruição!
O moderno Estado de Israel ocupa uma faixa de terra realmente pequena. Os árabes possuem 700 vezes mais, com grandes reservas de petróleo e minérios. Por que, então, estão os árabes determinados a se apossar também do pequeno Israel? O Islamismo diz que essa faixa também lhe pertence. Um estado judeu soberano prova que Maomé foi um falso profeta e que Alá não é Deus. Por isso os muçulmanos se acham no dever de destruir Israel!
Tanto a Bíblia como o Corão concordam em que há 4.000 anos Deus deu a Terra da Promissão a Abraão e aos seus descendentes. Contudo, os árabes exigem a propriedade da terra através de Ismael, o primeiro filho de Abraão. Entetanto, Deus declarou que não Ismael, mas Isaque, o filho que iria nascer de Sara, seria o filho herdeiro da promessa (Gênesis 17:15-21).
Como seu pai, Isaque também teve dois filhos, Esaú e Jacó. Novamente o Senhor rejeitou o primogênito e deu a herança ao segundo, de modo que a herança flui de Abrão para Isaque e deste para Jacó, cujo nome Deus mudou para Israel. Doze vezes Javé se chama a Si mesmo de “O Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”, declarando: “E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós; este é meu nome eternamente, e este é meu memorial de geração em geração” (Êxodo 3:15). Mais de 200 vezes, desde Êxodo 5:1 até Lucas 1:68, Jave é chamado “O Deus de Israel”. Os muçulmanos afirmam que a Bíblia foi adulterada nas últimas revisões. Contudo os milhares de manuscritos bíblicos, a retidão histórica e profética e a intricada integração dos temas, de Gênesis a Apocalipse (de nenhuma das quais poder se gabar o Corão), reduz essa firmação a uma tolice. Além disso, o próprio Corão apóia o que a Bíblia diz referente à reivindicação de Israel à Terra Prometida: “Fizemos um antigo convênio com os filhos de Israel” (Sura 5:70). “Trouxemos os filhos de Israel através do Mar [Vermelho] e faraó com as suas hostes os perseguiram! (Sura 10:91)... Mas nós os afogamos e a todos os que o acompanhavam. E dissemos aos filhos de Israel...habitai na terra [e] e depois... nós vos espalharemos através de várias nações” (Sura 17:103,104). “Libertamos os filhos de Israel... do faraó... Nós os escolhemos de propósito sobre todas as criaturas” (Sura 44:30,32). “Nós os favorecemos acima dos demais povos” (Sura 45:16). “Lembrem-se do favor de Alá a vocês... Ele... deu a vocês o que não deu a outras criaturas. Ó meu povo, entrai na Terra Santa, a qual Alá ordenou que lhe pertencesse” (Sura 95:29), etc.
O território que Deus deu a Abrão (mais tarde chamado Abraão por Deus) e aos seus descendentes não foi a “Palestina”, mas Canaã, segundo Gênesis 12:5-6: “E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e chegaram à terra de Canaã. E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até ao carvalho de Moré; e estavam então os cananeus na terra”.
Não havia “palestinos” como os que hoje tomam esse nome, afirmando deles descender, conforme Gênesis 13:7: “E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os perizeus habitavam então na terra”. Abraão lá permaneceu pelo resto de sua vida, habitando na Terra de Canaã (Gênesis 13:12). Deus lhe disse: “Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre” (Gênesis 13:15). “E Abrão mudou as suas tendas, e foi, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao SENHOR” (Gênesis 13:18). Deus lhe deu toda a Terra de Canaã por possessão eterna (Gênesis 17:8).
Abraão se fixou em Hebrom (Canaã) e ali erigiu um altar ao Senhor Deus (Gênesis 13:18) e não a Alá. Dez anos mais tarde, Ismael (produto da incredulidade de Abraão e Sara) nasceu através de Hagar, a escrava de Sara. Quatorze anos mais tarde, quando Abraão tinha 100 anos e Sara 90, nasceu Isaque em Hebrom, através de Sara, sua esposa, exatamente como Deus havia prometido. Trinta e sete anos mais tarde, aos 127 anos de idade, faleceu Sara. Abraão ainda estava morando em Hebrom, tendo ali permanecido por mais de 70 anos. Para sepultar Sara ele comprou a caverna de Macpela, de Efrom, o hitita (Gênesis 23:1-20). Trinta e oito anos mais tarde, aos 175 anos de idade, faleceu Abraão. Isaque e Ismael o sepultaram em Macpela, perto de Sara. Isaque viveu em Hebrom por mais de 110 anos. Isaque, Rebeca, Jacó e Lia também foram sepultados na caverna de Macpela. Abraão entrou em Canaã 400 anos após o dilúvio e 300 anos depois da Torre de Babel. Ficou expressamente determinado que a terra seria posse dele e ele, Isaque e suas famílias ali viveram por mais de 300 anos, após terem temporariamente se mudado para o Egito, a fim de escapar da fome. No Egito eles foram escravos por mais de 400 anos, conforme Deus havia predito, até que os cananeus se tornaram tão maus que Deus foi forçado a destruí-los. Deus usou Israel nessa tarefa, dando-lhe Canaã como herança eterna (Gênesis 15:13-16), conforme havia prometido.
Deus se referiu a Isaque como o único filho de Abraão (Gênesis 22:2). Desse modo, Ismael não foi sepultado em Macpela, porém no lugar onde havia se fixado, tendo morrido na presença de todos os seus irmãos (Gênesis 25:17-18). Nenhum árabe ou muçulmano jamais foi sepultado em Macpela.
Os árabes não podem afirmar que descendem de Ismael. Os ismaelitas se casaram entre os midianitas (Juízes 8:5, 12, 22, 24), os edomitas (Gênesis 28:9) e os hititas (Gênesis 26:34 e 36:1-4).
Em contraste, durante 400 anos como escravos no Egito, os Israelitas se tornaram um povo de identidade étnica identificável, povo que foi levado em massa para Canaã. Sabemos quem são eles hoje.
Ao negar a herança dada por Deus a Israel, Isaque Rabin, que havia prometido secretamente a Clinton que desistiria de Golan, declarou: “A Bíblia não é um livro de Geografia”. Logo em seguida, ele foi assassinado, evitando, assim, que se entregasse à Síria a parte mais estrategicamente vital para Israel.
Não foram os árabes, mas os hebreus que se fixaram na antiga Hebrom e em toda a Canaã, criando a nação de Israel, cujos reis governaram, a partir de Jerusalém, um império que se estendia do Sinai até o rio Eufrates. Em cerca de 600 anos a.C., eles foram conquistados pela Babilônia e espalhados através de muitas nações. Expulsos de sua terra por castigo divino na dispersão babilônica, e mais tarde duas vezes sob o império romano, muitos judeus sempre conseguiram regressar. Esse povo desprezado continuou habitando Israel sob o domínio opressor de vários invasores e ocupantes estrangeiros, durante mais de 2.500 anos.
No dia 14/05/1948, Israel se declarou novamente uma nação independente. Mais uma vez os judeus possuíam a sua terra, conforme Deus havia prometido, embora apenas uma fração daquela que lhes foram prometida, segundo a partilha da ONU, em 29/11/1947.
Em contraste, os árabes jamais viveram em Canaã, mas na península árabe.
Não foi senão no século 7 d.C. através das invasões islâmicas, que os árabes chegaram em número significativo à terra de Israel, a qual em 135 d.C os romanos haviam indevidamente renomeado como “Palestina”, segundo o nome dos piores inimigos de Israel, os filisteus.
Os assim chamados palestinos de hoje são os árabes, cujos ancestrais vieram da Arábia. Eles são um povo semita, sem qualquer relação com os cananeus ou os filisteus, os quais não eram semitas. É uma deslavada mentira que os “palestinos” de hoje (que afirmam ser descendentes de Ismael) sejam descendentes dos habitantes originais da Terra de Canaã por Deus prometida a Abraão, Isaque, Jacó e aos seus herdeiros. Davi primeiro foi coroado em Hebrom e ali reinou por sete anos, antes de se mudar para Jerusalém. Esta cidade antiga não tem qualquer significação para os árabes muçulmanos. Contudo, eles construíram uma mesquita em Macpela, proibindo o acesso da mesma aos judeus, e várias vezes na história eles têm massacrado os judeus que ali residem. Eles reivindicam toda a Palestina, dizendo que os israelenses estão ocupando a terra que lhes pertence. Essa fraude é o fundamento do assim chamado caminho para a paz.
O presidente Bush, como cristão, deveria tremer diante da admoestação divina de que Deus vai destruir todos os que dividirem a Sua terra, conforme Joel 3:2: “Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra”. Sim, a terra do Senhor, segundo Levítico 25:23: “Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois estrangeiros e peregrinos comigo”.
Que se cuide o quarteto que está desafiando o Deus de Israel, pois não escapará do castigo! Aqueles que promovem a “paz” tirando a terra de Israel, a qual por Deus lhe foi entregue, vão ser destruídos, conforme Zacarias 12:3: “E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra”.
No dia 13/09/1993, sob o triunfante olhar do sorridente presidente Clinton, Arafat assinou, junto com Isaque Rabin, os Acordos de Oslo, no jardim da Casa Branca. Mal a tinta havia secado quando Arafat começou a desculpar-se publicamente com os muçulmanos do mundo inteiro, temendo pela sua vida. (Lembrem-se do assassinato de Anwar Sadat pelos seus companheiros muçulmanos, por ter assinado um tratado de “paz” com Israel). Arafat garantiu que estava apenas seguindo o exemplo de Maomé e da lei do Islamismo por ele estabelecida. [E vejam como agiu o falso profeta Maomé].
Em 628 d.C., Maomé liderou alguns dos seus seguidores (recentemente convertidos à religião islâmica) de Medina para Meca, esperando juntar milhares de árabes pagãos na “hajj” [peregrinação a Meca]. Essa peregrinação anual até a Caaba (a qual, por incrível que pareça, o Islamismo afirma ter sido edificada por Abraão e Ismael), com as suas elaboradas cerimônias, tinha sido praticada pelas tribos pagãs árabes durante séculos antes do nascimento de Maomé. Este havia sido expulso pelo povo de Meca, porém ambos assinaram um pacto de cessar fogo conhecido como o Tratado de Hubaybiya, no qual Maomé repetiu a sua declaração de ser “o profeta de Alá”. Esse tratado permitiu que no ano seguinte (629 d.C.) Maomé liderasse um grupo de muçulmanos em peregrinação. Ali se juntaram milhares de árabes “infiéis” nas mesmas cerimônias pagãs que os seus ancestrais haviam praticado durante séculos [Ver a TBC de julho 2003 sobre esses rituais].
Em 630 d.C., Maomé quebrou o pacto de cessar fogo e tomou posse de Meca. A princípio ele permitiu que os árabes pagãos continuassem na “hajj”, misturados com os novos muçulmanos nos antigos rituais. Em seguida ele concedeu aos pagãos um prazo de quatro meses para que estes se convertessem ao Islamismo, ou então seriam mortos. A partir daí, nenhum “infiel” teve permissão de ir a Meca, o que até hoje acontece.
Assim é com o Ramadã que o presidente Bush (e também os presidentes que o antecederam) e outros líderes ocidentais costumam honrar ingenuamente, como o “feriado sagrado do Islamismo”. Começando com o primeiro aparecimento da lua nova, no nono mês do calendário muçulmano, o Ramadã foi celebrado pelos árabes pagãos em honra a Alá, o deus lua, durante séculos antes do Islamismo. Ao “hajj” e ao Ramadã Maomé acrescentou a “jihad” (guerra santa), ordenando que os muçulmanos se apossassem do mundo inteiro. Essa crença tem custado milhões de vidas inocentes, tendo conduzido ao terrorismo de hoje.
Os que promovem o caminho para a “paz” estão agindo com as boas intenções de Israel e do Ocidente, sendo invariavelmente traídos pelos árabes muçulmanos, conduzindo Israel a uma posição cada vez mais insustentável.
Cada um dos presidentes americanos tem engaiolado Israel num compromisso após outro com os líderes árabes muçulmanos, o que não tem passado de grandes piadas para estes últimos. Todas as boas intenções de Israel e do Ocidente têm conduzido apenas a humilhações.
Quando tentam suas inúteis iniciativas de paz, os líderes mundiais estão desafiando o Deus de Israel e a Bíblia. Como diz o Salmo 2:1-2: “Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido...”, os que têm ouvidos para ouvir (conforme Deuteronômio 29:4; Ezequiel 12:2; Mateus 11:15, 13:9, etc.) podem detectar a tremenda risada mencionada no Salmo 2:4: “Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles”.
Estamos no último estágio do terrível cumprimento da profecia bíblica, por trás da qual permanece a onipotente mão do próprio Deus: “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra” (Zacarias 12:2-3). Esta admirável profecia já está se cumprindo. Jamais antes na história houve tantos ao redor de Israel, unindo-se para o destruir. Esse importante desenvolvimento da história e da profecia bíblica tem se dirigido a um final, através da ascensão do Islamismo.
Bush deseja um estado palestino “democrático e viável”, convivendo em paz com Israel, porém nenhuma democracia existe nem poderá existir numa sociedade muçulmana. Israel é a única democracia do Oriente Médio. Bush está tentando criar uma democracia no Afeganistão e no Iraque. Se tal acontecesse iria sacudir todo o mundo muçulmano. O Islamismo não pode sobreviver num regime de liberdade. Não é de admirar, pois, que exista tamanha oposição fanática entre os muçulmanos do mundo inteiro, até mesmo pela captura do sádico assassino de massa, Sadam Hussein. Os muçulmanos mantêm 80% de todos os prisioneiros políticos do mundo.
A precipitada retirada americana do Líbano, 20 anos atrás, fugindo dos conhecidos terroristas patrocinados pelos sírios e os iranianos, em vez de persegui-los, foi o que encorajou o terrorismo de hoje. Será que Bush vai conseguir manter-se de pé, junto aos parceiros terroristas, contra a malignidade do terrorismo? Será que a hora estratégica (politicamente correta) vai chegar para que a verdade seja dita? Vai ser muito difícil os USA eliminarem o terrorismo, quando o Departamento de Estado Americano se opõe secretamente a Israel, mantendo-se a favor dos árabes.
A Bíblia profetiza uma falsa paz, através da qual o Anticristo “destruirá a muitos” (Daniel 8:25). Tragicamente, Israel vai ser enganado, abrindo a porta ao “tempo das dores de Jacó” (Ezequiel 38:11, 12, 14, 16). Dois terços dos judeus do mundo inteiro serão mortos (Zacarias 13:8,9): “E acontecerá em toda a terra, diz o SENHOR, que as duas partes dela serão extirpadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela. E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus”. Os que sobreviveram vão crer em Cristo e serão salvos, quando Ele os resgatar, reconhecendo o crucificado ressurreto Senhor como o seu Messias e Deus (Zacarias 12:10; Mateus 24:13: Romanos 11:25-26).
Não devemos abandonar o Afeganistão nem o Iraque. Tenho recebido cartas de missionários que ali trabalham, os quais dizem: “no momento em que as tropas americanas saírem, estaremos todos mortos”.
É tempo dos cristãos orarem mais do que nunca o fizeram, fazendo o possível para que o Evangelho de Jesus Cristo seja levado, tanto aos muçulmanos como aos judeus.
“The Berean Call Letter”, janeiro 2004.
O mito:
“Os sionistas poderiam ter escolhido outro país em vez da Palestina”.
O fato:
No século 19, a ascensão do anti-semitismo religioso e racista levou ao ressurgimento dos pogroms na Rússia e na Europa Oriental, esfacelando as promessas de igualdade e tolerância. Isso estimulou a imigração dos judeus à Palestina.
Simultaneamente, uma onda de judeus emigrou para a Palestina, partindo do Iemen, Marrocos, Iraque e Turquia. Esses judeus não conheciam a política sionista de Theodor Herz nem os pogroms europeus. Eles foram motivados pelo sonho secular do “Retorno a Sião” e pelo medo da intolerância. Ao saber que os portões da Palestina estavam abertos, enfrentaram a dureza da viagem e regressaram à “Terra de Israel”.
O ideal sionista de um retorno a Israel tem profundas raízes religiosas. Muitas orações judaicas falam de Jerusalém, de Sião e da Terra de Israel. A injunção para não se esquecer de Jerusalém, o local do Templo, é um dos alvos principais do judaísmo. A língua hebraica, a Torah, as Leis do Talmud, o calendário e os feriados judaicos são todos originários de Israel e se desenvolveram através das estações e das condições. Os judeus oram voltados para Jerusalém e recitam as palavras: “No próximo ano, em Jerusalém”, em cada páscoa. A religião, a cultura e a história judaicas deixam claro que somente na Terra de Israel poderá ser construída uma república judaica. Em 1897, líderes sionistas, apelaram à restauração de uma terra pátria judaica na Palestina, onde os judeus pudessem encontrar santuário e autodeterminação, trabalhando pelo renascimento de sua civilização e cultura.
(“Miths and Facts”, G. Bard Mitchell, AICE, 2001, ps. 32-33)
Por Dave Hunt